Antropólogo Roberto DaMatta é o segundo entrevistado da série ‘Depoimentos Cariocas'

 

 

 

 

        O antropólogo e professor Roberto DaMatta é o segundo convidado dos "Depoimentos Cariocas", série produzida pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro para registrar memórias e reflexões sobre a cidade por personalidades que já tiveram o Rio como objeto de trabalho. Aberta no mês de maio, com a participação do jornalista Zuenir Ventura, a série disponibiliza sua segunda entrevista nesta terça-feira, dia 8 de junho, às 17h, no perfil do Arquivo Geral da Cidade no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=bS5H1fVlIxk

 

         Graduado e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (onde dirigiu o departamento de Antropologia), Roberto DaMatta tornou-se mestre em Antropologia pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, onde foi professor titular. No mesmo país, lecionou também na Universidade de Notre Dame, onde é professor emérito. Atualmente, ele é professor da Puc-Rio e colunista semanal dos jornais O Globo e Estado de S. Paulo.

 

           Às vésperas de completar 85 anos (no próximo dia 29 de julho), Roberto DaMatta fala na entrevista de sua relação com o Rio de Janeiro, com memórias que remetem à década de 1940, quando fez suas primeiras visitas à cidade - ele que é niteroiense de nascimento. Também propõe reflexões sobre o Rio a partir de livros importantes de sua obra, como "Carnavais, malandros e heróis" (1979) e "A casa e a rua" (1997).

 

            Desta vez, coube à presidente do Arquivo Geral, Rosa Maria Araujo, fazer a abertura do depoimento, que teve ainda as participações de dois convidados enviando perguntas a DaMatta: a jornalista Flávia Oliveira, que é comentarista da GloboNews e colunista do jornal O Globo, e o antropólogo Marcos Milner, ex-aluno e amigo do professor. Já a condução da entrevista, assim como a elaboração de sua pauta, é do jornalista Pedro Paulo Junior, servidor da Coordenação de Promoção Cultural do Arquivo Geral.